Investimento em Marketing Digital bate record!

July 17, 2017

De acordo com uma pesquisa do IPG Mediabrands Magna, a compra de mídia digital deve superar a de TV pela primeira vez em 2017. O digital deve se tornar a primeira categoria de publicidade, alcançando market share de 40%, o que representará a movimentação de U$202 bilhões ao redor do mundo. Em comparação, a venda de mídia para TV deve gerar cerca de U$186 bilhões e alcançar um market share de 36%. 

No entanto, o grupo WPP prevê que a TV continue dominante, alcançando um share de 41% em 2017, projetando que o digital chegue a 33%.  De acordo com o IPG Mediabrands Magna, 2016 será encerrado com um crescimento de 5,7% em compra de mídia, o mais expressivo desde 2010 e equivalente a US$ 493 bilhões ao redor do mundo.

 

A compra de espaço publicitário para TV se manteve resiliente em 2016, subindo 4% e chegando a um total de US$ 186 bilhões. Porém, a Magna espera uma queda de 0,1% no ano que vem. A publicidade digital cresceu 17% este ano, movimentando US$ 178 bilhões. Até 2021, a empresa espera que a compra de mídia no digital ocupará um share de 50%, movimentando US$ 299 bilhões, enquanto a TV estagnará em US$ 195 bilhões e um share de 33%. Espera-se também que a maioria das vendas de mídia digital seja gerada por impressões mobile.

 

Marketing Digital e o Aumento de Orçamentos

 

O Marketing Digital será responsável por mais de 75% dos orçamentos em 5 anos! É o que afirma uma pesquisa realizada recentemente pela Accenture com diretores de marketing. Segundo ela, esses profissionais sabem que todo o mercado está caminhando para o digital, mas gerenciar essas mudanças ainda é a maior barreira para a implementação de iniciativas para 42% dos CMOs (Chief Marketing Officers) entrevistados.

 

Além disso, a pesquisa da Accenture identificou que 78% dos Experts concordam que o marketing passará por grandes mudanças nos próximos 5 anos e 37% deles acreditam o marketing digital terá aquela fatia (dos 75%) nos investimentos antes dos 5 anos e, destes, 50% será destinado apenas para o mobile.

 

Como falamos em um de nossos posts, houve uma mudança drástica na forma de acesso, com o surgimento dos celulares smartphones e tablets o acesso por desktop foi muito reduzido, sendo observado a ser usado ainda muito por empresas que buscam algo na internet durante o horário comercial, o que é ótimo para muitos nichos se prevalecerem. Mas a realidade é que hoje já 90% dos acessos, principalmente do varejo e consumidor final são oriundos de aparelhos mobile, salve algumas exceções que percebemos em horários ou situações específicas como citamos antes. Campanhas móbile são a tendência para o mercado, seja por web nos buscadores e redes sociais ou até mesmo por mensagens via telefonia.

 

Um dos pontos mais interessantes dessa pesquisa foi o crescimento na utilização de todos os meios de comunicação disponíveis para o marketing. Até a propaganda no rádio, que era visto pela maioria como algo obsoleto, se mostrou tão importante quanto a TV ou Displays online. Os diretores de marketing acreditam também que o crescimento dos investimentos e das inúmeras ferramentas da chamada internet 2.0 (como redes sociais) podem culminar no fim do telemarketing tradicional.

 

Em meio à recessão, Google vê espaço para avanço de marketing digital no Brasil.

 

Em meio à recessão, Google vê espaço para avanço de marketing digital no Brasil

 

O Google ainda vê espaço para crescimento do marketing na internet no Brasil, mesmo em meio à recessão, devido à crescente digitalização da economia, disseram executivos da empresa, que lançou um relatório sobre o tema nesta segunda-feira. De acordo com a pesquisa, contratada junto à Deloitte e chamada Impacto Econômico do Google, em 2015, empresas que contrataram os serviços de anúncios AdWords do Google tiveram uma estimativa de retorno entre R$ 3,40 e R$ 8 para cada R$ 1 investido neste tipo de publicidade.

 

A piora no cenário econômico brasileiro neste ano atingiu o mercado de publicidade na internet, embora de forma menos acentuada, afirmaram executivos do Google, que elaborou a pesquisa em um momento em que rivais como o Facebook estão incrementando sua presença na América Latina.

— A crise afeta o crescimento como um todo, mas no digital isso se sente um pouco menos, porque ainda tem espaço para muitas coisas. A situação do Brasil ainda é de muito espaço para crescimento — disse o gerente de comunicação do Google, Rafael Corrêa.

Mesmo com perspectivas mais pessimistas, de uma recuperação mais lenta da economia para 2017, o diretor de relações institucionais do Google Brasil, Marcelo Lacerda, acredita que o ritmo de crescimento do modelo de marketing online deve se manter estável.

— Acho que vai continuar na mesma toada. Pode não ter grandes avanços, mas também não vai ter grandes perdas.

 

O Google, que não divulga dados sobre faturamento no Brasil, afirmou que o levantamento da Deloitte apurou que empresas e criadores de conteúdo que usaram os serviços da empresa "contribuíram com até 37 bilhões de reais para a economia brasileira em 2015" e que essa atividade econômica apoiou manutenção de até 430 mil empregos em diversos setores.

 

PUBLICIDADE

Como um todo, o Google teve um aumento de 20 por cento na receita global no terceiro trimestre, para 22,45 bilhões de dólares, apoiada em anúncios em dispositivos móveis e no YouTube.

Para os próximos dois anos, a empresa prevê uma série de investimentos no Brasil, incluindo o lançamento de uma nova estrutura de computação em nuvem voltada aos serviços empresariais GSuite em São Paulo, anunciada em setembro.

Além disso, a empresa pretende lançar em 2017 o cabo de Internet submarino chamado Monet, em parceria com um consórcio de companhias, que liga Boca Raton, nos Estados Unidos, à Fortaleza, no Ceará, e Praia Grande, em São Paulo. A companhia tem ainda mais dois projetos do tipo, porém, ainda não há previsão de inauguração.

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Recentes

September 14, 2019

Please reload

Arquivo
Please reload

Procurar por tags