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O empreendedor é aquele que inicia algo novo, que vê o que ninguém vê, que realiza antes, que sai da área do sonho, do desejo, e parte para a ação.

Não basta ser empreendedor é preciso criar uma estratégia de longo prazo que sirva como meta a ser alcançada. É importante frisar que o objetivo da empresa é criar um cliente, a empresa possui duas e apenas duas funções básicas: marketing e inovação. Marketing e inovação produzem resultados, todo o resto são custos. Marketing é a única a função, distinta do negócio.


Assim sendo, é inimaginável que uma empresa hoje ainda sobreviva sem dar atenção às estratégias e táticas de Marketing. Muitas empresas não sabem por onde começar e, com a usual falta de planejamento, não possuem uma agenda estratégica relacionada às suas prioridades.


Estratégia de Marketing


Está ligada ao que a área de marketing precisa fazer para dar suporte a estratégia de negócio da empresa. Normalmente é gerado um documento, que é o Plano de Marketing, alinhado aos objetivos e estratégias de negócio, que serve de guia para a área de marketing desenvolver suas atividades.


Por exemplo, se a estratégia de negócio propõe que a empresa venda seus produtos via revendedores e penetre no mercado X para estabelecer uma posição de destaque neste mercado, a estratégia de marketing deve dar suporte a esta decisão, desenvolvendo planos de apoio junto aos revendedores (material, treinamento etc.) e planos que ajudem a construir uma posição de destaque (campanhas promocionais, pesquisa de mercado etc.).


Para se definir a estratégia de marketing, deve-se perguntar:

1. Qual é o papel do marketing para levar a cabo a estratégia de negócio da empresa? 2. Que campanhas e projetos o marketing deve executar para desempenhar o seu papel? 3. Quem serão os alvos das campanhas? – Público Alvo.

Tática de Marketing


As táticas são ações num nível abaixo da estratégia e definem os meios e processos que se pretende utilizar / executar para aplicar a estratégia.


Um plano tático deve descrever, por exemplo:

  • Tópicos específicos, formatos e métodos de entrega da campanha XYZ, planejada pela estratégia de marketing.

  • Alvos específicos a serem atingidos pelas campanhas de marketing, com planejamento de tópicos, datas e conteúdo.

  • Detalhes em relação à pesquisa de marketing que deverão ser observados, tais como segmentação por região, resultados específicos desejados etc.


As questões táticas seriam:

1- Para cada campanha e projeto delineado, como eles serão executados? 2-Quais recursos serão necessários para executar estas campanhas e projetos? 3-Como e quando o público alvo será alcançado?



A importância de ferramentas para Marketing


Para não se perder a visão estratégica do negócio, Marketing deve adotar ferramentas que ajudem a manter integração e alinhamento de estratégias e táticas aos planos estratégicos da empresa.


Deve-se adotar um planejamento de três níveis:

Nível 1 – Planejamento de campanha.

Nível 2 – Entregas de marketing.

Nível 3 – Ações.


Soluções de Automação de Marketing podem ajudar muito a sua área de Marketing focar mais no aspecto estratégico e disponibilizar informações valiosas para otimização de processos e ajustes nas táticas. Ao mesmo tempo, sabemos que é preciso investir em tecnologia, pessoas e processos ao mesmo tempo.


É necessário pensar de forma abrangente. Se sua empresa atua no B2B, lida com vendas complexas, geralmente de ciclos mais longos e decisões tomadas por diversas personas que podem ser influenciadoras e/ou decisoras dentro desse processo.


Diferentemente de uma empresa que atua no B2C, lidando, na maiora das vezes, com vendas (ou compras) realizadas por impulso, o planejamento das campanhas passa, obrigatoriamente, pela elaboração de uma estratégia para venda complexa. É importante perceber que nem sempre a empresa está preparada para adotar uma nova concepção de Marketing. Ainda resiste a ideia de que Marketing é propaganda, que o importante é ter um website – mesmo que apenas institucional – fazer eventos, feiras, brindes e materiais impressos.


De certa forma, ainda fazem parte do mix. Mas pensar de forma abrangente e estratégica significa entender que a forma de comprar mudou, sendo necessário mudar a forma de vender. Da simples adequação de um website para que se torne o ponto central da nova estratégia (que envolve inbound, conteúdo, redes sociais, blog e outros) à importância de se ter uma estratégia voltada para dados, tudo deve ser pensado e analisado.


O marketing digital é composto por um mix de ferramentas importantes no cenário da publicidade e propaganda nos tempos atuais. Vamos entender mais!


# DICA 1


Grande empresas como o Google/ Facebook/ Instagram/ entre outras que trabalham com anúncios oferecem a oportunidade de programar sua própria campanha. Mas isto pode sair caro, pagando valores maiores por impressões e cliques, desperdiçando orçamento com programações incorretas e imprecisas. Contrate um especialista e obtenhas os melhores resultados, além da economia com a precisão nas programações de marketing digital.


# DICA 2


O comércio digital tem crescido ferozmente nos últimos anos. Inclusive sem se importar com a crise! O que acontece é que mesmo com a economia retraída a população precisa consumir, mesmo que resumidamente. Quando nos deparamos com produtos mais baratos na Internet do que nas lojas de fato, comodidade na compra a disposição 24H sem gastos com locomoção e nem risco a nossa integridade física, aumento na segurança se comprado em sites com certificado de segurança HTTPS, facilidade no uso dos móbiles, e muitos outros benefícios. Com certeza é o momento de não depender apenas de movimento físico de transeuntes e buscar essa outra enorme fatia de consumidores que buscam previamente avaliar suas compras pela Web.


# DICA 3


Com todo esse aumento na demanda digital é super importante ter canais como: site, blog; bem posicionados para representar a sua marca/empresa quando clientes em potências buscam referências na Web. Mesmo investindo em anúncios e divulgando seu negócio nas mídias sociais, é extremamente importante ter a sua marca inserida no Google com informações relevantes sobre seus talentos. Dê preferência aos vídeos demonstrativos, portfólio de clientes, blog, catálogo de produtos e tudo mais que for agregar valor a marca.


# DICA 4


Para empresas que possuem um baixo capital para investimento em anúncios patrocinados vale lembrar que com uma ferramenta de atração de público-alvo bem programada pode gerar em média 30 mil visitas mensais em seu Instagram. Tudo isso sem gastos com anúncios patrocinados, o que custaria um valor considerável para atingir o mesmo público. Conheça a InstaClick a nossa ferramenta de atração de público-alvo no Instagram! :)


# DICA 5


Vamos entender um pouco sobre a influência de cada rede social no cotidiano e na vida dos brasileiros. Veja este gráfico abaixo que preparamos para demonstrar a importância na utilização das mídias sociais, onde cada vez mais as pessoas buscam informações, referências e as novas tendências do mundo. #DIGITAL

De acordo com uma pesquisa do IPG Mediabrands Magna, a compra de mídia digital deve superar a de TV pela primeira vez em 2017. O digital deve se tornar a primeira categoria de publicidade, alcançando market share de 40%, o que representará a movimentação de U$202 bilhões ao redor do mundo. Em comparação, a venda de mídia para TV deve gerar cerca de U$186 bilhões e alcançar um market share de 36%.

No entanto, o grupo WPP prevê que a TV continue dominante, alcançando um share de 41% em 2017, projetando que o digital chegue a 33%. De acordo com o IPG Mediabrands Magna, 2016 será encerrado com um crescimento de 5,7% em compra de mídia, o mais expressivo desde 2010 e equivalente a US$ 493 bilhões ao redor do mundo.


A compra de espaço publicitário para TV se manteve resiliente em 2016, subindo 4% e chegando a um total de US$ 186 bilhões. Porém, a Magna espera uma queda de 0,1% no ano que vem. A publicidade digital cresceu 17% este ano, movimentando US$ 178 bilhões. Até 2021, a empresa espera que a compra de mídia no digital ocupará um share de 50%, movimentando US$ 299 bilhões, enquanto a TV estagnará em US$ 195 bilhões e um share de 33%. Espera-se também que a maioria das vendas de mídia digital seja gerada por impressões mobile.


Marketing Digital e o Aumento de Orçamentos


O Marketing Digital será responsável por mais de 75% dos orçamentos em 5 anos! É o que afirma uma pesquisa realizada recentemente pela Accenture com diretores de marketing. Segundo ela, esses profissionais sabem que todo o mercado está caminhando para o digital, mas gerenciar essas mudanças ainda é a maior barreira para a implementação de iniciativas para 42% dos CMOs (Chief Marketing Officers) entrevistados.


Além disso, a pesquisa da Accenture identificou que 78% dos Experts concordam que o marketing passará por grandes mudanças nos próximos 5 anos e 37% deles acreditam o marketing digital terá aquela fatia (dos 75%) nos investimentos antes dos 5 anos e, destes, 50% será destinado apenas para o mobile.


Como falamos em um de nossos posts, houve uma mudança drástica na forma de acesso, com o surgimento dos celulares smartphones e tablets o acesso por desktop foi muito reduzido, sendo observado a ser usado ainda muito por empresas que buscam algo na internet durante o horário comercial, o que é ótimo para muitos nichos se prevalecerem. Mas a realidade é que hoje já 90% dos acessos, principalmente do varejo e consumidor final são oriundos de aparelhos mobile, salve algumas exceções que percebemos em horários ou situações específicas como citamos antes. Campanhas móbile são a tendência para o mercado, seja por web nos buscadores e redes sociais ou até mesmo por mensagens via telefonia.


Um dos pontos mais interessantes dessa pesquisa foi o crescimento na utilização de todos os meios de comunicação disponíveis para o marketing. Até a propaganda no rádio, que era visto pela maioria como algo obsoleto, se mostrou tão importante quanto a TV ou Displays online. Os diretores de marketing acreditam também que o crescimento dos investimentos e das inúmeras ferramentas da chamada internet 2.0 (como redes sociais) podem culminar no fim do telemarketing tradicional.


Em meio à recessão, Google vê espaço para avanço de marketing digital no Brasil.

Em meio à recessão, Google vê espaço para avanço de marketing digital no Brasil


O Google ainda vê espaço para crescimento do marketing na internet no Brasil, mesmo em meio à recessão, devido à crescente digitalização da economia, disseram executivos da empresa, que lançou um relatório sobre o tema nesta segunda-feira. De acordo com a pesquisa, contratada junto à Deloitte e chamada Impacto Econômico do Google, em 2015, empresas que contrataram os serviços de anúncios AdWords do Google tiveram uma estimativa de retorno entre R$ 3,40 e R$ 8 para cada R$ 1 investido neste tipo de publicidade.


A piora no cenário econômico brasileiro neste ano atingiu o mercado de publicidade na internet, embora de forma menos acentuada, afirmaram executivos do Google, que elaborou a pesquisa em um momento em que rivais como o Facebook estão incrementando sua presença na América Latina.

— A crise afeta o crescimento como um todo, mas no digital isso se sente um pouco menos, porque ainda tem espaço para muitas coisas. A situação do Brasil ainda é de muito espaço para crescimento — disse o gerente de comunicação do Google, Rafael Corrêa.

Mesmo com perspectivas mais pessimistas, de uma recuperação mais lenta da economia para 2017, o diretor de relações institucionais do Google Brasil, Marcelo Lacerda, acredita que o ritmo de crescimento do modelo de marketing online deve se manter estável.

— Acho que vai continuar na mesma toada. Pode não ter grandes avanços, mas também não vai ter grandes perdas.


O Google, que não divulga dados sobre faturamento no Brasil, afirmou que o levantamento da Deloitte apurou que empresas e criadores de conteúdo que usaram os serviços da empresa "contribuíram com até 37 bilhões de reais para a economia brasileira em 2015" e que essa atividade econômica apoiou manutenção de até 430 mil empregos em diversos setores.


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Como um todo, o Google teve um aumento de 20 por cento na receita global no terceiro trimestre, para 22,45 bilhões de dólares, apoiada em anúncios em dispositivos móveis e no YouTube.

Para os próximos dois anos, a empresa prevê uma série de investimentos no Brasil, incluindo o lançamento de uma nova estrutura de computação em nuvem voltada aos serviços empresariais GSuite em São Paulo, anunciada em setembro.

Além disso, a empresa pretende lançar em 2017 o cabo de Internet submarino chamado Monet, em parceria com um consórcio de companhias, que liga Boca Raton, nos Estados Unidos, à Fortaleza, no Ceará, e Praia Grande, em São Paulo. A companhia tem ainda mais dois projetos do tipo, porém, ainda não há previsão de inauguração.


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